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Livro Arquitetura Escolar Paulista - anos 1950-1960 |
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Trabalhos Escritos
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Livro: Arquitetura Escolar Paulista: anos 1950 e 1960 Organização: Avany de Francisco Ferreira e Mirela Geiger de Mello Fundação Para o Desenvolvimento da Educação - FDE Ano 2006 A Secretaria de Estado da Educação (SEE), por meio da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), documenta neste livro os projetos elaborados nos anos 1950 e 1960 pelo "Convênio Escolar" e pelo "Instituto de Previdência do Estado de São Paulo (IPESP), respectivamente, por se tratar de dois momentos significativos da história da arquitetura escolar paulista. A FDE, hoje responsável pela construção e manutenção das escolas públicas estaduais, procura com esta publicação dar seqüência a outros livros relacionados à arquitetura escolar paulista, divulgando o acervo de projetos dessas duas décadas, já que caracterizam dois períodos férteis em novas proposições, que fugiram completamente da rotina do que vinha sendo feito anteriormente. A finalidade é, portanto, contribuir ao estudo, estimular o debate dessa história e permitir, ao se apropriar dessas experiências, estimular reflexões pertinentes ao edifício escolar. Essa publicação também tem o objetivo de sensibilizar a todos diretamente envolvidos na manutenção desses edifícios, bem como seus usuários, em relação a sua importância histórica. Nesse sentido, a produção do Convênio e do Ipesp é analisada a partir de três diferentes óticas: da historiadora Janice Theodoro da Silva e dos arquitetos Guilherme Wisnik e Júlio Roberto Katinsky, que vêm enriquecer a leitura e a compreensão dos projetos. Soma-se a essas análises um panorama cultural da época, feito pelo escritor Ignácio de Loyola Brandão, que nos remete aos acontecimentos do período. A década de 1950 e o início dos anos 1960 se caracterizam por um momento de grande efervescência cultural, política e econômica. Do ponto de vista cultural temos a explosão da arquitetura brasileira de Niemeyer e Lúcio Costa, com a construção do Parque do Ibirapuera e da cidade de Brasília; o advento da bossa nova, do cinema novo, da poesia concreta e a realização das bienais de artes plásticas e de arquitetura são fatores que atestam um período de muita criatividade justamente entre a Constituinte de 1946 e o início do governo militar em 1964. Na arquitetura escolar pública paulista há nesse momento uma surpreendente mudança de rumo, tanto do ponto de vista da terceirização dos projetos como, fundamentalmente, da adoção de propostas arquitetônicas revolucionárias que ocorrem no edifício escolar. |
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Livro Arquitetura Escolar Paulista estruturas pré-fabricadas |
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Trabalhos Escritos
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Livro: Arquitetura Escolar Paulista: estruturas pré-fabricadas Organização: Avany de Francisco Ferreira e Mirela Geiger de Mello Fundação Para o Desenvolvimento da Educação - FDE Ano 2006
A Secretaria de Estado da Educação (SEE), através da Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE), inseriu significativas alterações, que hoje são pré-requisitos, nos projetos de construção de suas escolas a partir de meados de 2003: a adoção da pré-fabricação da estrutura do edifício, a incorporação da quadra de esportes coberta e a inserção das salas de informática em seu programa, que coincide com a proposta de utilização das escolas nos fins de semana pela comunidade e uma nova forma de gestão de projetos e obras. A adoção da pré-fabricação da estrutura veio para melhorar a qualidade da obra, bem como a redução dos prazos de sua viabilização. Do ponto de vista da gestão, o objetivo é construir escolas com eficiência, equivalência de custo com a obra convencional, buscando-se conquistar passos na industrialização de sua construção e, acima de tudo, desenvolver projetos arquitetônicos de qualidade. Os edifícios são apresentados nesta publicação através de seus projetos e em dois grupos. Primeiramente as 22 obras finalizadas e em seguida as 59 ainda não concluídas, ilustradas através de maquetes digitais. Como de praxe, na FDE os projetos são terceirizados. De certa forma, a opção pela terceirização aos escritórios de arquitetura oxigena essa produção e permite a redução dos quadros internos da instituição pública, numa parceria bem-sucedida. Nos últimos cem anos, o Governo do Estado de São Paulo sempre se destacou na construção de edifícios públicos escolares. A produção atual, que se distingue pela riqueza espacial proposta, pelo arrojo e modernidade expressos, certamente representará um dos saltos de qualidade na arquitetura escolar paulista. O objetivo proposto por essas obras é gerir o recurso público de modo que a configuração formal das escolas contribua para a qualificação do espaço urbano em que se inserem. E, também, levar um edifício de qualidade às diversas regiões da cidade, indistintamente. Essa qualidade, traduzida no prédio bem construído, funcional, de melhor resultado plástico e espacial, poderá obter o reconhecimento dessa população, isto é, despertar o sentido de pertinência e identidade desses moradores com seu equipamento público, contribuindo à sua preservação. Irá permitir, também, que as crianças utilizem esse espaço e usufruam dessa referência de edifício, diferente daquele que habitam. Num sentido mais amplo, ao construir o prédio destinado à educação, considerando também questões sociais e ambientais, o órgão público produz um ganho social e contribui para a formação da cidadania. |
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Artigos Publicados na Revista AU |
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Trabalhos Escritos
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Artigos publicados na Revista AU – Arquitetura e Urbanismo, em 2006 Arq Sergio Teperman Os artigos publicados são os seguintes: A INSUSTENTÁVEL LEVEZA DO SER ARQUITETO – JANEIRO/ 2006 – no. 142 ARQUITETURA x DECORAÇÃO – MARÇO / 2006 – no. 144 CONFUSÃO NA CONTRATAÇÃO – MAIO/ 2006 - no. 146 PRItZkEr – JUNHO/ 2006 – no. 147 EX-TÁDIOS EX-PORTES - JULHO 2006 – no. 148 AsBEA, AsBIA, AsBOA – AGOSTO/2006- no. 149 ARQUINHEIROS- SETEMBRO/06 – no. 150 SUSTENTABILIDADE – OUTUBRO/06 – no. 151 9/11, 9.59 AM – NOVEMBRO/06 – no. 152 |
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Livro Casa Oguy – Arquitetura Moderna na Cidade de Santo André |
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Trabalhos Escritos
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TÍTULO: Casa Oguy – Arquitetura Moderna na Cidade de Santo André AUTORES: ARTHUR ZOBARAN PUGLIESE, DANIEL MANCHADO CYWINSKI, NOELE NEGUMI DE SANDRE E SILVIA HELENA PASSARELLI. ANO DE PRODUÇÃO: 2005 Há no município de Santo André, especialmente na última década, uma atuante busca do reconhecimento da arte, da cultura e do patrimônio da cidade e de seu povo, evidenciada nos percursos da cidade, que expõem dos traços e esculturas de Luiz Sacilloto aos painéis de Grafite dos artistas contemporâneos do movimento Hip-Hop passando pelo teatro de rua e por outras muitas manifestações observáveis aos atentos. Nestes percursos de Santo André, a arte da arquitetura moderna está presente, possuindo em sua paisagem, ícones deste movimento. Esta arquitetura esconde-se não aos olhos destes atentos, mas sim daqueles que a desconhecem, provavelmente por não terem tido acesso à sabedoria de observá-la como arte. Observando a dificuldade de acesso a informações sobre o valor cultural e social do patrimônio arquitetônico moderno do município, o Estúdio Brasileiro criou o Projeto de Resgate e Documentação da Arquitetura Moderna de Santo André Casa Oguy, que apresenta com esta publicação sua primeira contribuição. Conscientes da responsabilidade e da carga de trabalho que nos cabe nesta tarefa mobilizamos parceiros capazes de atender a confecção deste objeto específico, porém identificados com a importância do projeto como um todo. Contamos com o especial apoio de referenciados arquitetos da cidade, que por meio de entrevistas nos auxiliaram nesta pesquisa, deram dicas, indicaram obras, permitiram acesso a seus acervos e contaram importantes histórias da região. Igualmente significativo e feliz foi encontrar um parceiro investidor que compreendeu e valorizou esta publicação, se colocando como personagem atuante do movimento de valorização deste patrimônio da cidade. Essa parceria permite ao Estúdio Brasileiro, a composição de uma equipe de trabalho de extrema qualidade que conta com as melhores condições possíveis para o desenvolvimento de ações. Todos parceiros de imenso valor. Esta publicação que apresentamos, de maneira responsável, não tem a presunção de expor na totalidade os objetos arquitetônicos modernos da cidade, até por que tal riqueza de levantamento exigiria um volume muitas vezes maior que esta edição. A publicação Casa Oguy, foi produzida com intenção de ser acessível a todos, disponível para escolas, bibliotecas e equipamentos sociais. Com linguagem simples e interessante programação visual faz uma amostragem deste movimento arquitetônico na cidade de Santo André, apresentando projetos que datam da década de quarenta até os dias de hoje. Casa Oguy faz parte da missão do Estúdio Brasileiro, compromissado com a promoção da inclusão cultural como elemento de desenvolvimento humano. É uma ação dentro de um processo que acreditamos permear os anos seguintes e tem a pretensão de provocar um primeiro contato com esta arquitetura de traços compromissados com a técnica e a arte. Defendemos que o estudo desta arquitetura que em dado momento foi tão importante para o reconhecimento mundial dos valores estéticos e da cultura de nosso país, é fundamental para que as pessoas construam um olhar diferenciado sobre esta arte, de maneira que possam passear pelas grandes áreas livres do Centro Cívico de Rino Levi, caminhar pelas curvas da passarela de Vilanova Artigas ou contemplar o paisagismo de Roberto Burle Marx, com sabedoria, reconhecimento e reflexão. Acima de tudo, foi um enorme prazer realizar esta publicação que desejamos dividir com todos que ela acessarem. Equipe - Estúdio Brasileiro
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Escalas de Representação em Arquitetura |
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Trabalhos Escritos
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Título do livro: Escalas de Representação em Arquitetura Autores: Edite Galote Rodrigues Carranza e Ricardo Carranza Prefácio: Gilda Collet Bruna Colaboradora: Arquiteta Carolina Pepe Sacchelli Desenhos técnicos: G&C Arquitectônica Ltda - Equipe: Arq. Carolina Pepe Sacchelli, Bruno Rodrigues Hideshima e Natália Cristina da Silva. Editoração Eletrônica: Mauro Telles Ano da publicação: 2006 Descrição : Tamanho: 29.5 x 21cm, Páginas: 164, Wire-o. Conteúdo: Representação Gráfica conforme Normas ABNT, Áreas e Volumes geométricos, Projeção Ortogonal, Plantas, Cortes, Elevações, Planialtimetria, Nomenclatura, Anteprojeto, Executivo de Arquitetura, Escadas: Tipologias, Detalhes, Dimensionamentos, Rampas NBR9050, Telhados, Parâmetros Geométricos, Representação de vegetação conforme espécie, Detalhes Construtivos, Esquadrias e Verbetes. |
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Trabalhos Escritos
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Título: “ESTAÇÃO INTERMODAL COMO GERADOR E REGENERADOR DE CENTRALIDADES METROPOLITANAS – UMA ANÁLISE DO POTENCIAL DA ESTAÇÃO DA LUZ EM SÃO PAULO” Autor: Lourenço Urbano Gimenes Publicação: CBTU, CREA/RJ – 2006 O trabalho apresentado a seguir é uma dissertação de mestrado que, submetida a um concurso de monografia promovido pelo Ministério das Cidades, recebeu o primeiro prêmio em 2005. Esse concurso originou, em 2006, uma publicação das monografias premiadas, cuja capa e folha de catalogação são apresentadas em anexo para comprovação. Infelizmente, não disponho de cópias suficientes do trabalho para fornecer. Preferi, então, imprimir o material apresentado à FAUUSP, que está mais legível e organizado. O intuito de inscrever novamente esse trabalho em uma premiação se deve à iniciativa de divulgar, entre meus pares, um trabalho que julgo de alguma relevância para a construção das nossas cidades. O texto, ao estabelecer um diálogo entre as escalas metropolitana e a local, evidencia a possibilidade de desafiar a anacrônica divisão entre urbanismo e arquitetura, onde “estratégias, manchas coloridas e economia” raramente se traduzem em desenho de espaços e estruturas, com todas as suas peculiaridades. A partir de um elemento que incorpora essas duas escalas, a estação intermodal, podemos redesenhar a cidade em vários aspectos. Segue abaixo o resumo da dissertação: As características funcionais e espaciais da metrópole pós-industrial demandam uma infra-estrutura de transportes que viabilize a rede de centralidades complementares que compõem o seu território. Através da intermodalidade de transporte é possível não só interligar essas centralidades de forma eficiente, como também articular as diferentes escalas – local, urbana e regional – envolvidas nos processos produtivos e reprodutivos metropolitanos. Nesse contexto, as estações intermodais para passageiros, especialmente se baseadas no sistema metroferroviário, configuram não só nós de transporte, como também os lugares onde a rede transporte melhor se conecta ao tecido urbano. A estação intermodal pode, assim, gerar ou dar suporte a uma centralidade funcional. Em São Paulo, a organização policêntrica desvinculada de uma rede planejada de transportes ignora a necessidade de sinergia entre os centros e inibe o funcionamento adequado de toda a metrópole. O Plano Integrado de Transportes Urbanos para 2020 (PITU2020), em execução desde 1995, tem reorganizado os transportes urbanos e deverá resultar na transformação da Estação da Luz no maior nó intermodal da América Latina. É oportuno, portanto, analisar a Estação da Luz como possível geradora de centralidade sustentável. |
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